domingo, 26 de setembro de 2010

Visita à Casa do Idoso




Cumprindo o seu papel social os alunos do Curso Técnico em Gestão de Pequenas Empresas fizeram uma visita à Casa do Idoso, entidade mantida pelas Irmãs Missionárias e pela comunidade de Pedra Azul. Foi fantástico ver o trabalho feito pelas irmãs e seus colaboradores.
Gostaríamos de deixar registrada a nossa emoção e os nossos sinceros agradecimentos à toda equipe da Casa do Idoso pelo belíssimo trabalho.

CESEC no 07 de Setembro





Nas comemorações do dia da Independência do Brasil, o CESEC brilhou mais uma vez.
Tendo como tema o folclore regional, os alunos do Curso Técnico em Gestão de Pequenas Empresas do PEP EJA nos brindaram com uma bela apresentação feita pelo aluno Nilton Lima que cantou músicas de artistas da cidade.

sábado, 11 de setembro de 2010




Educação é aquilo que fica

depois que você esquece o

que a escola ensinou.



Albert Einstein
Educação: importante ou prioritária???

Definir a educação como importante é diminuir o seu impacto sobre a vida das pessoas e das sociedades. Sendo a educação considerada importante, torna-se mero instrumento de socialização e aprendizado das práticas do senso-comum.


O importante é ter uma educação que seja definida como prioritária, pois assim, teremos uma política pública direcionada ao educar para ação. Logicamente que para a educação tornar-se prioritária é necessário investimentos. Mas será que, em um país como o Brasil esse objetivo pode efetivar-se?

Investimos apenas 4,2% do nosso PIB em educação, o que corresponde a 12% dos gastos públicos. Segundo o relatório da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em parceria com a CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), o Brasil precisaria investir US$ 13,5 bilhões anuais em educação, a fim de alcançar as seis metas do Educação Para Todos, esse aumento representaria pouco mais de 0,5% do PIB nacional.

Considerando que esse aumento das verbas destinada a educação não é possível diante da atual conjuntura político-econômica brasileira, evidencia-se como fundamental a comunhão entre o setor público e privado como também a conversão da dívida externa por desenvolvimento. Por um lado, a parceria público-privada colocaria a educação no topo das prioridades nacionais, pois sem ela não teremos desenvolvimento tanto científico como cultural. Por outro, a conversão da dívida externa possibilitaria a elevação da qualidade educacional no país, já que, o montante financeiro destinado ao pagamento da dívida seria redirecionado para atingirmos até 2015 os Objetivos do Milênio.

Prioritário para o Brasil hoje é definir a educação como prioridade. É mais do que necessário a participação de todos os setores sociais nesse projeto, pois educação é sinônimo de desenvolvimento tecnológico, solidificação da democracia e ruptura com a paralisia crítica a qual estamos condenados.
                    
                                                    Yuri Almeida


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